Anda corrompido
o cheiro,
por aí
alterado.

Anda maltratado o toque
e o beijo
após beijado,
cuspido!

5.4.10

boyfriend


Não morro pelas calças Boyfriend. 
Mas o meu maridão tem umas muito giras que deixou de usar por estarem todas rasgadas na frente. 
Eu, que tenho uma costureira como vizinha, já estou a pensar fazer umas modificações e melhoramentos. 
É que as calças são mesmo giras. 
E vou usá-las assim, de virola em baixo (mas um pouco mais subida) porque tenho a perna mais comprida que o meu BoyFriend.
(Sorry love)

(Por acaso estas são das mais giras que já vi. São da LaRedoute.)
(As calças do meu marido são mesmo de homem... Ele não usa calça de mulher a fingir que é calça de homem.)

Quero ir este verão a Lisboa.
Mas quero alugar um apartamento.
Por 10/12 dias.
Uma cosinha arrumada e não-cara.
Arranja-se?

3.4.10

padres



Gostaria de perceber porquê a igreja católica não toma uma posição firme em relação aos padres doentes sexuais (pedofilos) como o faz em relação ao aborto, ao preservativo e ao celibatarismo.

Se fosse religiosa, deixava de o ser rapidamente.
Demitia-me da igreja.

2.4.10

mãe como madrasta



Hoje foi o meu 1º dia de praia.
Bem, de banho de sol.
De cara virada para o sol, começo a ouvir a voz de uma mulher, num tom um bocado elevado.
Era uma oxigenada que estava mesmo atrás de mim. Estava a ajudar o seu filho com uns trabalhos da escola. Ajudar é só forma de falar. A mulher era uma vaca. Ora vejam lá um excerto do seu método de ensino:
"Não leva porra de til nenhum. (...) Onde está a porra da borracha? (...) Tu pára de olhar para estes atrasados mentais (referindo-se aos adolescentes que estavam a jogar à bola) (...) Tu vais levar uma chapada, seu cabeça de burro. (...) Eu quero ir para casa e tu não te despachas, seu nojento. (...)"
E mais...
E sempre aos gritos. Sempre a esticar as últimas sílabas e, em vez de mostrar autoridade, mostrava que era uma mulher sem qualquer paciência para ajudar o filho.
E lá ficou ela. E eu, enojada com tal atitude, vim embora. Mas quis olhar melhor para a cara dela.
Era muito magra, cabelo amarelo, pele tão clara e borbulhenta, mas o que me chamou mais à atenção, foi a sua boca. O desenho dos lábios não esboçava sorriso, nem tão pouco era a direito. Tinha uma curvatura para baixo, que lhe dava um ar constante de azia, de nojo, de repulsa.
O pior é pensar, que entre todos os que lhe metiam repulsa, estava o seu filho, um miúdo com uns 10 anos de idade, cabelinho à tigela, mas com um ar saudável e bem comportado. E requim. nada a ver com a mãe. Felizmente.
E chamava-se Diogo. Ou melhor. Dioooooooogo, como estava sempre a chamar a mãe.
Moral da história: É por estas e por outras que concordo com o aborto.
Não acho que o Diogo não deveria de tar nascido.
Mas acho que a sua avó materna deveria de ter ponderado essa hipótese quando engravidou daquela besta.

guerra fria


Hummm...
Parece-me que alguém não sabe levar com as petas.
Parece-me que a convivência com B. anda a tornar alguém numa extreminadora vingativa.
Parece-me que eu sou uma capacidade e tu... tu és fraquinha...
Pelo menos sou mais forte que tu...
Sempre fui.


(Essa guerra começa amanhã. Hoje quero jantar em paz. Ainda me metes laxante na comida e vai ser um aborrecimento.)

1.4.10

sou fraca nas petas

EU- "Possa... Abre-me a porta. A tua campainha está a dar choques."
C. liga: - "Não estou em casa. Estou no bar. Passa cá!"
Eu: -Ok. Já vou para aí.

Bem, foi a minha peta de hoje. Acabadinha de pregar.
Ela está à minha espera e eu estou no sofá, de pijama já.
Eu não ia pregar peta nenhuma, mas por causa da última frase deste post... teve de ser.

31.3.10

IRS


O IRS está a cegar-me.
Já preenchi.
Já validei.
Não há erros.
Já tentei submeter.
Dá erro!
Porquê? Ei?
Como é?
Não é um cegão, o cabrão?

30.3.10

Recebi uma carta de verdade


Hoje recebi uma carta. O carteiro foi o meu marido... (hum... interessante... avante)
Consola receber cartas sem ser de extractos, facturas e promoções de revistas.
Quem ma envou tem uma capacidade de me fazer chorar de tanto rir.
É das pessoas mais engraçadas que já conheci.
Foi minha colega de trabalho e tínhamos formação sempre juntas.Quando ela se mudou de escola, fiquei com muita pena.
Hoje trabalho na escola que ela já trabalhou.
E sei que se ela ainda lá estivesse, a hora do intervalo seria ainda mais divertida.

Olá amiga, tudo bem?!? Sou eu!!! A tua super, maravilhosa, inesquecível, única melhor amiga Drª Carla A...!!! (sim, porque esta "cena" do "senhora" e da "dona" já era!!!!)
Aqui estou eu no trabalho do teu marido a comprar um portátil lindo de morrer - cor-de-rosa, imagina! É tão riquinho!!! Mesmo a minha cara, claro!!!
Aqui vão 2 brincos lindos, maravilhosos que tinha guardado para ti, pois perdi um deles... Parece praga tua, pois sempre que compro um par de brincos, de que gosto muito, acabo por perder um!!!
Mas pronto!!! Ficam para ti! Espero que gostes!
Beijinhos grandes e com saudades das nossas conversas e momentos super animados.!!!


P.S.: Eu uso muitas vezes só um brinco comprido, mas não sou mono-orelha.

sms em série

Acabei de receber a seguinte sms, de uma amiga minha:

"Olá, preciso de um favor teu. Desculpa estar a incomodar, mas é urgente. Tenho um amigo que veio de muito longe e precisa de um lugar para ficar. Sendo assim, indiquei a tua casa. Peço-te que o recebas e que o ames.
O nome dele é Jesus Cristo blá, blá, blá, ...manda a 20 pessoas... blá, blá, blá

Respondi logo:
-Fogo, já estava a ver que era alguém para me dar despesa.

P.S.: um "manda vir" ficava bem a rematar a minha resposta, não?

como treinares o teu dragão


ADOREI.
Está lindo o filme.
Envolvente!
Cada susto que eu apanhei!
Gostei tanto, tanto, tanto.
Valeu "completamente" a pena.
Até as pipocas de 3,10 euros valeram a pena.
(No entanto, da próxima, levo-as de casa... das vermelhas)

28.3.10

tem uns trocos?


A caminhar em Ponta Delgada, nesta tarde até que agradável, face à chuvada que caíu ontem, deparo-me com um mendigo, na casa dos 30's, que me pede algum dinheiro para comer.
Saquei da carteira e dei-lhe uma moeda de 2 euros.
Pode ser mentira, pode ser para comprar tabaco ou alcoól ou drogas. Pode ser. Mas dei porque sim. Porque sempre me comovi ao ver mendigos. Porque me assustam as voltas da vida. Porque me impressiona a necessidade que se tem, para se sujeitarem à humilhação de pedir a estranhos.
No entanto, fi-lo quase à sucapa... olhei para os lados, não queria ser vista.
Porquê? Porque hoje em dia, com a vida cada vez mais complicada, menos disponibilidade financeira, tenho notado que é pior visto quem ajuda do que quem pede. Quem dá um pouco do seu, é visto como um tolo, um parvo... e sujeita-se a um sermão que tão grande de quem não daria nem um céntimo.
Há realmente muito malandro por aí. Há quem se queira aproveitar da generosidade dos outros, mesmo que de umas simples moedas.
O que me importa aqui, tolice ou não, é a minha consciência.
E cada qual deverá reger-se consoante a sua.
Não critico quem nada dá. Compreendo.
Mas não me venham criticar por fazê-lo.

os tintins do Domingos


Não foi impressão minha... tenho o meu marido aqui como testemunha auditiva...

Acabamos de ouvir o Rui Santos, do programa desportivo Tempo Extra, a dizer QUILHÃO em vez de quinhão:
"blá blá blá... o Domingos Paciência tem o seu quilhão de responsabilidade..."

E mais não digo.
Não gosto de falar dos quilhões alheios.

27.3.10

momento não eureka

Quando trabalhas com os teus alunos os estados da água (líquido, sólido, gasoso), bem como o de diversos produtos e materiais, e tens um aluno que te diz que gosta de beber "iogurtes ilícticos", ficas um pouco desiludida por não ter havido o "momento eureka", não?
E quando te pergunta, muito surpreendido: "mas a professora e as senhoras auxiliares são pagas para estarem aqui a trabalhar? Eu pensei que fosse de graça." começas a pensar que o miúdo é um alienígena... ou simplesmente alienado do mundo.
Para que ele tentasse entender um pouco como as coisas funcionam, fiz-lhe a seguinte pergunta: "Achas que a tua mãe quer vir para aqui trabalhar como auxiliar, 5 dias por semana, limpar wcs, salas, lidar com pequenos que desobedecem, são muitas vezes malcriados e armam conflitos uns com os outros... sem receber um tostão? Achas que ela quer?"...
"Pois, bem me parecia que não!"

STOP


Ontem, como em todas as últimas 6ªs feiras de cada mês, tive jantar de professor.
Mal cheguei ao restaurante, fui informada que não teria de pagar o meu jantar porque a marcação da minha escola tinha ficado em meu nome.
Fiquei lixada. Porquê? Porque não sabia que o meu nome ia ficar associado àquela mesa.
E qual o mal nisso? O mal é que marquei para 13 pessoas, mas só apareceram 6.
Só por isso.
Quando chegou a hora de pagar, dirigi-me a uma funcionária e paguei. Mas, daí a nada, quando a responsável se apercebeu que eu tinha pago, devolveu-me o dinheiro. Nice. Faz mais falta a mim que aos donos do sítio.
De regresso a casa, com uma mega dor de cabeça (o vinho tinto não anda a ser meu amigo), deparo-mo com uma operação STOP.
Que pincel! E daquelas bem minuciosas. O
 polícia pediu tudo: mínimos, médios, máximos, piscas, luzes de travão, tamanho do pé, seguro, cor preferida, livrete... e finalmente. TESTE DO BALÃO!!!!
-Bebeu alguma coisa?
- Sim. mas pouco.

Resultado: 0,06. Ou seja nada de significante.
Ainda perguntei. Tem alguma coisa?
- Não. Não é nada de relavante. Nem chega a 0,1.
Eu:- Já calculava. Sou muito responsável. Bebo muito pouco quando vou conduzir. Obrigada e bom trabalho.
E fui-me embora, toda armada em condutora cívica, na esperança que, da próxima vez, nem me mandem parar.
Mal entrei no carro, a minha cabeça estava bem pior. Deu-me vontade de vomitar até. Parecia que tinha levado uma cabeçada nas têmporas... (duas cabeçadas, uma para cada têmpora.)

25.3.10

A piada escrita mais tola do mundo

Como é que um zarolho ri?

Assim:

.)

Uns para os outros

Agradeço desde já àquele que tentou relaxar-me, em relação à visita de estudo à Gruta do Carvão, com o seguinte comentário:



"Morava aí mesmo ao lado e nunca visitei a dita cuja... ME-DO! Recomendo que vejas o filme THE DESCENT, aqui fica link para o trailer: http://www.youtube.com/watch?v=4mujk825LXk ;)"




Informo que eu vi o filme, mas não estava lembrada dele. 
E o esquecimento é tão agradável por vezes.
Era.

Obrigada pelo teu apoio. 
Estamos aqui uns para os outros! :)

gruta do BAT carvão


Amanhã tenho uma visita de estudo à Gruta do Carvão. 
Quando uma colega minha me diz que amanhã vai ligar para a escola para saber como correu a visita, e  me fala em morcegos e baratas, não fiquei lá muito bem disposta.
Mas aquilo é a gruta dos vampiros, ou quê?
E se sim, porque ninguém da SIC ou da TVI está lá a filmar as suas séries vampirescas?

24.3.10

Como foi o dia d'ELA?


Uma bela treta, diga-se de passagem.
Mas houve quem tivesse um dia bem pior que o meu.
Hoje não produzi quase nada! Não fui um bem para a sociedade.

PARTE I:
À hora do intervalo, uma auxiliar da minha escola recebe a notícia que a sua mãe estava muito mal .
Começa a senhora num pranto e a maldizer a sua sorte... que ia ficar sozinha com o seu filho... a lamentar-se por não ter ido vê-la de manhã, como é seu costume.
Viviam juntas.
Apesar de ter uns dias que já não estava a ver bem a senhora devido ao que já falei, fiquei "cheia de dó dela".
Sentei-me à sua frente e ela segura-me na mão. A chorar tanto. E pronto... de vê-la chorar, chorei também.
De repente, confirma-se a notícia: a mãe tinha falecido.
A senhora entra num histerismo, eu quase em pânico, toda a gente sem saber o que fazer... e zás... dá-lhe um badagalho para o meio do chão.
-Cristo Credo! Chamem o bombeiro! O bombeiro! (só para esclarecer: o nosso chefe é bombeiro e naquele momento queríamos o bombeiro e não o professor/coodenador/chefe.)
Lá veio! Lá orientou! Lá se ligou para a ambulância. Lá foi a senhora para o hospital acompanhada de uma colega nossa.

PARTE II:

De tarde, uma mãe vem falar-me da sua filha, minha aluna, que está com graves problemas de coluna, de má alimentação... isto em frente aos pequenos. Aproveitei para lhes dar um sermão porque se sentam mal e alimentam-se pior ainda.
Mas a mãe, um bocado sã, começa a desabafar e, antes que se esticasse, pedi-lhe para falar comigo fora da sala.
Assim o fez e fiquei a saber umas coisas da sua vida privada que eu dispensava saber. (No ano passado, contou-me uns pormenores do seu body, que eu pagava para ela não me tivesse contado)
Mas pronto. Ouvi a srª e dei conselhos ligeiros (convém não aconselhar demais, ou alguém poderá te vir a bater à porta depois... ou a riscar o carro).
Acabaram as aulas

PARTE III:

Decidi ir ao ginásio, mas como faltavam uns vinte minutos, optei por responder a uma sms da minha amiga R, ligando-lhe.
1 hora, 24 minutos e 38 segundos depois termino o telefonema.
Ou seja, não fui ao ginásio.
Meti no altifalante. Fui conduzindo até ao shopping. Estacionei. Tirei do altifalante. Entrei na Zara. Escolhi roupa. Experimentei roupa. Saí da cabine de provas. Vi nova roupa. Voltei a entrar. Pedi um número acima (não estou ainda como quero). Vesti. Despi. Vesti-me. SEMPRE A FALAR AO TELEMÓVEL. Pode? Pode. Eu ouvia mais do que falava. Ela tinha bem mais a dizer que eu. E eu gosto de ouvir, mas depois de tanto tempo, tinha a orelha a doer e já estava atordoada.
Quando ela me disse que tem de desligar, só lhe digo: Ainda bem. Vai-me dar jeito. (minha querida amiga. Excelente pessoa. Capacidade de resumo zero. Mas a culpa é minha porque nem lhe disse que estava num vestiário)
Saí e não comprei nada.
NADA!
Vi uma pessoa conhecida. Parei para falar e passado um bocado ela diz-me que tenho a orelha super vermelha. (Eu estava a sentí-la em fogo).
A verdade é que por duas ou três vezes que senti o chão a rodar.
Tonta!
Depois fui fazer compras.
Vim para casa. Fiz o que tinha que fazer.
E agora relaxar.
Estou a precisar.

23.3.10

E já se viveu bastante para ser maduro...
sem que se tenha apodrecido!

22.3.10

docs


Gosto de ver documentários, mas sou altamente influenciada pela voz do narrador.
Existem uns que têm a voz demasiadamente aguda para me cativar.
Confesso que prefiro uma voz um pouco mais grave, radiofónica quase.
Há um ou dois narradores, (um deles sabia o nome, mas agora não me ocorre) que podem estar a narrar um documentário sobre as fezes das vacas transmontanas, que eu veria com o mesmo interesse que vejo um sobre egiptologia.